A cisma com a franjinha
Semana passada eu fiz uma franjinha (foto no fim do post).
Gostei demais. Achei que ficou boa mesmo.
E divertida (era só me olhar no espelho que eu ria).
Acontece que eu sempre perco o controle com uma franja (ou com o cabelo curto) e fico aparando aqui e acolá.
Só me dou conta quando sobra apenas um tiquinho da franja na cabeça para contar a história.
Era para estar curta mesmo. Bem curta.
Mas acho que não tão curta.
Aí eu fiquei pensando um bocado de tempo numas coisas que ainda estão adiante do meu saber.
Qual é mesmo o tamanho certo?
Até quando eu vou ficar aparando?
Será que eu vou abrir mão e deixar essa franja crescer antes do fim do ano?
Achei que não ia aparar mais, mas antes de dormir, meus olhos de fiscal de franja avistaram dois fios passando dos outros e resolvi cortar o barato deles com a tesoura.
Só faltou eu medir com uma régua.
Fiquei achando que usaria um modelo mais moderno, repicado e essas coisas todas, mas não deu outra, sabe.
Porque vai ver eu gosto mesmo é das coisas retas. Retíssimas.
Encuquei que estava ficando meio calva.
Olhei as minhas fotos antiga e percebi que meu cabelo é assim mesmo.
Sempre foi assim, com esse bico de viúva (formato em "v" que tem na fronte) e meio ralinho na frente. É genética. E genética é uma coisa que a gente deixa estar.
Por precaução estou tomando vitaminas.
Quem sabe eu compre um serúm daqueles que promete nascer cabelo onde não tem.
Se bem que se eu tivesse muito cabelo, talvez ia preferir ter pouquinho mesmo.
Até a próxima semana, franjinha. ♡
Até lá vai estar do mesmo tamanho que estava quando eu cortei da primeira vez.
hahaha Que postagem divertida, adorei! Sua franja ficou maravilhosa, super combinou! Eu também tenho franja e detesto cortar mas não tem jeito, só sou eu mesma se tiver franja então vou seguindo. Bjão
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